Como vencer o pecado

“Como  vencer o pecado   

Salmos 103:14-16

Pois conhece perfeitamente como somos feitos, e lembra-se bem de que somos apenas pó!

Nós cristãos não somos perfeitos, somos apenas perdoados”

As melhores coisas que aprendemos sobre os erros são aprendidas em secreto, pois é ali que Deus nos conta os seus segredos e nos cobre então com o seu amor e compreensão.

 

 Pense em si mesmo como um diamante bruto de valor inestimável.

Quando Davi saiu de uma caverna e se escondeu atrás de uma rocha, ele podia ouvi-los ao seu redor.

Quero dizer, se o Senhor não fosse real para ele naquela ocasião, jamais viria a ser.

O conflito era intenso. Um exército se acampara contra ele, uma guerra estourara para dominá-lo. Mal posso acreditar no que ele diz em seguida:

“Ainda assim terei confiança” (Salmo 27:3).

Tudo se resume no que você decide pensar sobre sua própria pessoa.

Ninguém pode fazê-lo se sentir inferior sem o seu consentimento. Só você pode deter o mal da insegurança.

Até que possamos agradecer a Deus pelas nossas falhas, pelas cicatrizes em nossas vidas, jamais venceremos nossos conflitos interiores.

Recuse comparar-se com outros. Se quiser vencer essa inferioridade, deixe de olhar para os que estão à sua volta e comece a olhar para o Senhor. A comparação desmoraliza, recuse-se a fazê-la.

 

 

A Bíblia apresenta vários recursos diferentes para nos ajudar em nossos esforços para vencer o pecado.

Nesta vida, nunca seremos perfeitamente vitoriosos sobre o pecado (1 João 1:8).

Olha o que Paulo diss.

2 Coríntios 12:7: “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.

Várias explicações sobre a natureza do espinho na carne de Paulo já foram dadas. Elas variam de tentação incessante, doença intratável ou crônica (tais como problemas no olho, malária, enxaquecas e epilepsia) a problemas de linguagem. Ninguém pode dizer por certo o que era, mas provavelmente era uma aflição física.

Tem momentos em que nos encontramos sozinhos frios a vida se torna sem sentido este momento eu costumo dizer que é para saber como estamos em relação ao conhecimento da palavra.

Jesus foi levado ao deserto exatamente para isto para saber como ele iria sobreviver diante de ataques intensos de satanás sobre sua vida de conhecimento da palavra.

Outro momento foi quando jesus se encontra no jetsemani quando já se esgotaram todas  as suas forças pois um sentimento de cair fora de desistir daquela situação invadira seu coração minutos antes de ser preso, porém ele consegue ativar sua fé dizendo: senhor se possível afasta de mim este cálice, todavia que não se faça a minha vontade mas a sua.

foi na cruz quando jesus diz; meu Deus meu Deus porque me abandonasse.

Toda vez que nos encontramos em faze de cruz vem o sentimento de abandono de escuridão.

Mas tudo isso é Deus observando de longe vendo até onde podemos ir somente com o conhecimento que temos dele.

Sabe queridos o pecado existe exatamente para compreendermos que decisões certas precisam ser tomadas pois uma vez que tomamos decisões erradas nossos sonhos si tornam distantes.

Romanos 7:17.

“Neste caso,quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim”.

  Por mais que a pessoa tente ser justo por causa da carne ,será uma luta cruelmente travada.

Porque o corpo não é perfeito, não existe uma forma bíblica para uma pessoa alcançar a plenitude espiritual que teremos na Glória enquanto estiver com um corpo carnal. Paulo diz. Romanos 7:15-24 Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.

E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.

Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.

Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?

Precisamos almejar a santificação e isso é com a prática diária.

Colossenses 3:1-10 Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória. Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a fornicação, a impureza, o afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; Nas quais, também, em outro tempo andastes, quando vivíeis nelas. Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos, E vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;   Mesmo que tenhamos a fé em Jesus Cristo, e nos batizarmos com a água, e sermos confirmados e selados com Espírito Santo de Deus, a necessidade de santificação e mortificação da carne continua.

A salvação em Cristo se dá pela fé, mas na santificação do Espírito. Mesmo assim não escaparemos do pecado que vive no nosso corpo mortal e corruptível. Quantas vezes nos deparamos com o desejo de brigar num momento de ira ?

E quantas vezes a mágoa e o ciúme adentra o nosso ser?

Bem, muitos já nesses exemplos tentaram não mais assim fazer, porém não conseguem com tanta facilidade.

Paulo escreveu sobre isso; ‘o que quero eu não faço, mas o que não quero, isso faço…..miserável homem que sou”! Pois é exatamente isso que o Apostolo quis dizer: Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; Continuando ele disse: e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. É realmente chato o crente não querer pecar mas, de repente, peca e comete atos que o deixa muito envergonhado, e por isso voltar a implorar de Deus o perdão.

Queremos então dizer que pecar é normal e deve ser desconsiderado ?

De maneira nenhuma ! Ao contrário ! Devemos seguir firmes na santificação do Espírito pela qual não veremos a Deus , garante a Palavra. “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.” ”Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo”. Pois é, o pecado realmente mora em nossas vidas e dele dificilmente nos escaparemos.

O que podemos fazer no entanto é evitar e lutar contra o próprio corpo, é uma batalha sem trégua, porem necessária.

Quanto mais lutamos contra o desejo do corpo para não cometermos pecados, mais o moldamos ao desejo do espírito.

TER UM CORPO CARNAL NÃO SIGNIFICA VIVER SEGUNDO A CARNE

“Rogo-vos que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns que nos julgam, como se andássemos segundo a carne. Pois embora andando na carne, não militamos segundo a carne” ( 2Co 10:2 -3).

VAMOS MAIS A FUNDO NESTA QUESTÃO:

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado” (Rm.7:14).

O reconhecimento de Paulo que foi “vendido à escravidão do pecado” levou alguns a acreditarem que ele se refere nesta passagem à sua antiga vida de incrédulo. Entretanto, qualquer pessoa que comete o pecado se vende ao pecado (I Re.21:20,25; II Re.17:17; Is.50:1; 52:3). Graças a Deus, nós, que somos salvos, fomos remidos ou comprados de volta do pecado pelo sangue de Cristo (Ef.1:7). Porém, ainda se espera “o dia da redenção” (Ef.4:30) que acontecerá no Arrebatamento, um dia no qual nossos corpos serão remidos (Rm.8:23). Até aquele dia, as nossas almas são remidas, mas os nossos corpos permanecem vendidos “à escravidão do pecado”, como Paulo diz aqui em Romanos 7:14. Sob a análise microscópica da Lei, até mesmo a carne salva não consegue passar pela inspeção de Tiago 2:10-11 e deve ser lembrado que aqui em Romanos 7 Paulo está descrevendo o que ele experimenta quando se coloca debaixo da Lei de Moisés.

“Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto” (Rm.7:15).

Neste versículo temos que ter cuidado para não atribuir o significado mais comum à palavra “compreender”. Geralmente, quando compreendemos alguma coisa, isto significa que a aceitamos, mas este não pode ser o significado aqui, porque se Paulo não permitiu que ele mesmo pecasse, não pecaria! Outro significado secundário da definição da palavra “permitir” é “aprovar”. O Senhor disse aos perversos advogados da Sua época: “e aprovais com cumplicidade as obras dos vossos pais” (Lc.11:48), isto é, os seus ancestrais que tinham matado os profetas (Lc.11:45-48). Aqui a palavra “permitir” não pode significar permitir, porque os advogados não tinham nascido ainda e não estavam em posição para permitir ou contestar a permissão das obras assassinas dos seus ancestrais. A palavra “permitir” aqui, obviamente significa aprovar e este também é o significado do nosso texto.

E então Paulo está dizendo que quando ele se coloca debaixo da Lei, ele comete pecados os quais ele não aprova. Ele preferiria fazer coisas boas, mas termina cometendo os pecados que ele odeia. Enquanto alguns observam que isto é evidência adicional que Paulo está falando dos seus dias como incrédulo, nós sugeriríamos que como a maioria dos incrédulos, Saulo de Tarso não odiava seus pecados. Embora seus pecados fossem mais da natureza de orgulho e justiça própria, ele amava-os muito, como os pecadores carnais amam os pecados da sua carne. É o crente que odeia o pecado que ele acaba cometendo e que quer fazer as coisas boas que acha tão difícil realizar debaixo da Lei. “Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa” (Rm.7:16).

A palavra “consinto” em português significa “ter uma mesma mente”. A palavra no grego significa dizer uma mesma coisa. Portanto, Paulo está dizendo que, se quando ele pecar estiver fazendo o que não quer fazer, o simples fato que ele não quer pecar é a prova que ele concorda com a bondade e santidade da Lei.

 

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